É muito comum toda aquela correria desorganizada nas agências, diretor de arte em cima, coordenador acelerando o processo, entre outras coisas que eu acredito, não mudarão (não enquanto não houver um meio termo entre publicitários, profissionais de criação e programadores, profissionais de tecnologia).
Que tal enxergar a web como uma imensa plataforma de desenvolvimento? Creio eu que 90% do pessoal da tecnologia já faz isso e há tempos. Porém arrisco dizer que para profissionais de criação, publicitários e suas vertentes que trabalham com web, visualizar e entender as coisas dessa maneira seja um pouquinho mais complicado.
Analistas de sistemas atuando na web
Sim, de sistemas, já que como citei acima, eu considero a web como uma grande plataforma de desenvolvimento.
Voltando ao assunto: eu acho que daria muito certo, pois estes profissionais sabem colocar em prática métodos que fazem a aplicação ter o melhor rendimento em todos os aspectos. Analisar o rendimento vai além do “estar rodando em vários browsers”, é preciso pensar se a aplicação pode ser carregada rapidamente, independente da conexão do usuário, é estipular padrões (não só aqueles que já conhecemos pelo W3C, etc.), verificar se o que está sendo apresentado é realmente necessário ou pode ser descartado, entre outros detalhes os quais eu defendo a utilização.
Um exemplo que eu venho citando há algum tempo, no trabalho, em conversas com amigos da área: designers, não me levem a mal, mas vocês já pararam para pensar que todos aqueles “floreados” nem sempre são necessários? É tudo muito bonito, tudo muito colorido, mas carrega rápido? Funciona sem as famosas “gambiarras”?
Outro exemplo que eu já considero clássico é o Google. Para que ele serve? Hmmm, pessoal inteligente, resposta certa. “Para pesquisas na web, querido professor”. Bom, piadas a parte, analise a home do Google. O que você vê? Basicamente um campo para digitar o que você deseja buscar e o logo da organização. Pergunto: Para que mais? Tudo bem, o Google andou dando umas pisadas na bola com o Gmail, mas isso já foi resolvido com a possibilidade de carregar as mensagens como html simples.
É, concordo com o Felipe Morais, quando ele diz em seu texto que o parceiro ideal para os projetos web é um profissional de TI. Como eu disse no meu comentário hoje cedo no webinsider, seria interessante um “Método Jade” adaptado para web ou um Extreming Programming bem aplicado talvez.
Abraço!
É tanta correria que pela primeira vez em pouco mais de 3 anos de experiência na área, eu nunca me senti tão desatualizado. Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, faculdade, trabalho, vai para São Paulo, volta para Santos, que no único tempo que resta eu me recuso a ficar na frente do computador.
Tudo bem, bateu saudade, escrever é algo que eu gosto muito de fazer e seguindo o raciocínio de um professor meu: escrever artigos especializados (não que os meus sejam, mas já puderam ser. Pretendo voltar assim que der.) ajuda a divulgar a carreira, abre portas e é por isso que estou resolvendo fazer uma forcinha para estar de volta ao espaço, idéias não me faltam.
Graças a Deus e também aos bons amigos que eu tenho, consegui ficar sabendo de muita coisa sem estar presente por aqui, ainda assim o susto foi inevitável ao ver o Netvibes de cara nova (não sei há quanto tempo, mas vi há menos de 10 dias rsrs) e mais de 500 feeds sem ler. Ainda assim consegui ficar sabendo do evento do escritório do w3c Brasil (não compareci por estar doente), do lançamento do FF3 (para isso não precisamos de feeds rss), até o grande amigo Thalis Valle voltou a escrever, e hoje lendo o blog da Patrícia Müller conheci o Plurk, que pelo amor de Deus, deixou o Twitter no chinelo (isso é assunto para um post que tentarei fazer logo mais).
Bom, estou feliz por estar “semi de volta”.
Abraços.
Bom, por enquanto é isso pessoal
Então que tal deixar a sua opinião sobre os serviços atuais ai nos comentários?
Na próxima semana, se Deus quiser, meu brinquedo novo fará para do meu dia-a-dia profissional, então conversei com algumas pessoas sobre o assunto para entender melhor a tecnologia.
Em uma das conversas, o serviço foi elogiado, levando em consideração o fato de estar no estado de São Paulo. Minha colega de trabalho falou sobre a velocidade da conexão que não é lá essas coisas, principalmente quando chove, mas destacou o fato de poder estar conectado onde, como e quando quiser. Esse último comentário foi o principal motivo que me levou a pensar no serviço, em especial o da Vivo.
Há pouco mais de 1 mês, pude presenciar um rapaz no mesmo ônibus que eu com o seu laptop conectado o tempo todo, inclusive dentro dos túneis da estrada que liga São Paulo à Santos. Aquilo realmente me deixou muito interessado pelo serviço.
Conversei sobre o assunto com outra pessoa, também da área de tecnologia e achei os argumentos muito bons, na verdade concordei. Não será melhor esperar e ver o que acontece com o serviço? Do jeito que as coisas andam acredito muito que no meio do ano, o preço deva cair consideravelmente e quem sabe as velocidades aumentem. Hoje o serviço ilimitado oferecido pela Vivo, sai por volta de R$ 140,00 (cento e quarenta reais) mais provedor de acesso, o que ao meu ver, para um serviço de no máximo 700 kbps, é uma facada nas costas.
Vou testar um roteador wireless com o speedy básico, acho que dará conta do recado, do contrário aumento a velocidade e deixo o 3G para o segundo semestre.
Em tempos em que os assuntos mais comentados no mundo são referentes ao meio ambiente, me alegra saber que grandes empresas/marcas se importam de verdade com isso.
Já citei a Nokia há pouco tempo e agora é a vez da Cavalera, marca voltada para o mundo da moda.
Nesta semana, acontece o São Paulo Fashion Week, evento importante no calendário mundial da moda, no qual a Cavalera, com uma manobra criativa e digna de respeito, fará um desfile às margens do tão comentado Rio Tietê, realizou no último domingo um desfile às margens do tão comentado Rio Tietê.
O desfile foi resultado de uma parceria entre a marca, com coordenação criativa de Marcelo Sommer, e do Instituto Navega São Paulo o qual tem livre acesso para navegar pelas águas sujas do rio.
No final da semana passada, a grife destribuiu máscaras para que os convidados, na hora do desfile, consigam suportar o cheiro, no mínimo desagradável, do rio poluído.
A idéia de fazer o evento contrastando com o local foi de promover um manifesto contra os problemas ambientais que afetam a cidade de São Paulo.
Está ai, mais um exemplo de pessoas que sabem como aproveitar a influência que tem perante a sociedade para promover algo interessante e bem útil.
Fonte: Terra
Quem me conhece sabe que uma boa discussão me agrada e muito, principalmente se a mesma for sobre política. Em um ano de eleição como o atual, provavelmente a publicação de textos sobre o assunto seria corriqueira e oportuna, não acham?
Pois é, seria se eu não tivesse escolhido deixar o assunto de lado e me alienar um pouco. Como vocês podem reparar, tirei do título do meu blog a palavra “política”. É claro, isso não quer dizer que eu irei abandonar o meu pensamento, minha posição política, muito menos deixar de ler os espaços dos representantes os quais eu admiro (só os deles).
O tempo tem me ensinado que apesar de adorar o assunto, a ponto de não conseguir deixar de lado uma bela discussão, não vale a pena bater de frente com uma maioria que ignora o assunto, não por opção, sim por falta de conhecimento inclusive da palavra “coletividade”. Esquentei muito a cabeça durante alguns anos da minha vida achando (eu realmente acreditei nisso) que poderia tocar o pensamento de cada pessoa que cruzava o meu caminho com idéias óbvias e simples e até com um certo “radicalismo”, como alguns dizem, o qual faz parte da minha personalidade. Falhei, ou simplesmente (como eu mesmo prefiro encarar) estou num patamar diferente da maioria das pessoas.
Televisão e seus jornais nunca foram as minhas fontes de informação prediletas, quando eu me proponho a parar e ver algo relacionado à política, só vem desgraça e mentira, dados que não me passam segurança alguma. Parei. Minha única relação com política será pessoal, com o meu próprio “eu” estudando e tentando dar o melhor de mim para fazer alguma diferença em meio a multidão que nada faz além de reclamar.
Conheci o trabalho da Cynara Peixoto, editora do Mundo Tecno há mais ou menos 1 ano, ao visitar o blog do grande amigo Victor Couto. De lá para cá, ela tem sido uma ótima referência na minha carreira bem como uma grandiosa fonte de informação.
Neste quase 1 ano acompanhando o trabalho dela, conseguimos manter contato e trocar muitas idéias interessantes por intermédio de seu blog e até mesmo via Twitter.
Hoje anuncio com muita felicidade, o que para mim é, o início de uma parceria produtiva e duradoura. Hoje publiquei meu primeiro texto como colaborador do Mundo Tecno.
Em outra oportunidade, já tive um texto meu publicado por lá, mas agora posso dizer que a “brincadeira” se tornou coisa séria.
Obrigado Cynara pela oportunidade e pelo apoio.
Ótima dica do Carlos Merigo via Twitter.
A “brincadeira” é simples. Basta escolher dois modelos de celular do seu interesse e o sistema disponibiliza para cada aparelho escolhido, uma pequena lista de opções com dicas, comentários de usuários e demonstrações, tudo em inglês é claro. O mas interessante na verdade, é a simulação de uso promovida pelo site que permite acesso aos menus e configurações, além da manipulação total do teclado, como em um celular real.
A lista de celulares ainda é pequena, mas segundo o site novos aparelhos serão adicionados semanalmente. O sistema também permite que o usuário deixe sua sugestão para a inserção de um novo aparelho ao sistema.
Para conferir basta acessar www.tryphone.com
É engraçado parar e pensar no vestibular que farei no próximo dia 14 de Janeiro. Tanto tempo passou, tentei uma vez, tentei outra, encontrei o que eu queria, me formei, hoje trabalho na minha amada área e lá vou eu fazer outra prova.
Preparado? Sinceramente eu não sei. A única certeza é em relação a maturidade. Mesmo há alguns anos longe das salas de aula, é fato que a experiência pessoal e profissional me tornaram um indivíduo mais adulto, ou seja, fatalmente irei encarar esta prova de outra maneira, bem diferente da que fiz com 21 aninhos de idade.
Sabem, da um ar nostálgico e ao mesmo tempo bem gostoso, ao preecher o enorme formulário de inscrição. Lembrei bem dos meus 18 anos quando precisei escolher as três opções de curso, que no caso de hoje foram, Administração de Empresas no período noturno, Administração de Empresas no período diurno e Gestão de Negócios também noturno como terceira e última opção. Frio na barriga? Não há como negar, estou sentindo sim, principalmente quando lembro que toda aquela rotina de achar classe, achar lugar, entre outras coisas, que me estressam demais (nunca gostei muito de multidão hehe).
Você pode estar se perguntando: o que ele pretende como Administrador de Empresas?
É bem simples. O primeiro objetivo é adquirir maturidade acadêmica, pois não me acho maduro o suficiente para investir em uma pós-graduação. Será bem interessante encarar 4 anos de faculdade, monografia e todo aquele estresse antes de pensar nisso. É, com a minha primeira graduação foi tudo muito simples, preciso de um desafio.
Um segundo motivo vem da minha vontade de manter uma empresa de desenvolvimento web na minha cidade e como não tenho muita base no assunto “administrar uma empresa” a faculdade será muito bem-vinda.
O terceiro motivo é algo mais a longo prazo, mas que também me agrada muito. Pretendo fazer com que a minha futura empresa seja uma referência, a princípio aqui na minha região e para isso, preciso planejar, estruturar, analisar, ou seja, pretendo fazer isso com base no curso de graduação que escolhi. E cá entre nós, qual a área hoje em dia não tem relação com tecnologia? Um administrador com conhecimento tecnológico pode ser um profissional diferenciado, concordam?
Bom, me desejem sorte, com o tempo vou colocando mais detalhes sobre essa jornada por aqui.
Olá amigos, é muito bom estar de volta, mesmo que com um certo atraso. Estava com vontade de voltar a escrever há algum tempo já, porém o andar da carroagem não me permitia. Tentei suprir isso de outra maneira, fazendo microposts no Twitter, mas confesso, nem tempo suficiente para ler os meus feeds eu tinha e escrever besteira por lá nunca foi o meu objetivo.
É pessoal, 2007 foi um ano bastante corrido, mas primordial na minha vida profissional,pois aprendi muita coisa importante e sobre assuntos que sempre me chamaram bastante a atenção, como acessibilidade por exemplo.
Bom, 2008 está ai e pretendo fazer deste o melhor ano da minha vida profissional, já que agora pretendo atuar como uma empresa, não mais como um html-er comum. Com isso tudo pretendo fazer uma segunda faculdade, a qual em um primeiro momento não tem relação alguma com tecnologia, mas que ao meu ver pode render ótimos frutos na minha carreira. Contarei bastante sobre essa nova experiência por aqui.
É isso pessoal, sejam muito bem-vindos, “RanieriWeb: Um mix de Tecnologia, Política, Música Eletrônica e Visão de Mundo” está no ar, por enquanto apenas com o tema K2 editado, pois infelizmente não houve tempo para finalizarmos um layout legal ainda. Em breve, mais novidades!
Um abraço,
Felipe Ranieri
